terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Narsilion, o Cântico do Sol e da Lua

(Comentário: Esse é mais um de meus textos em meu outro Blog :  http://maisoumenosoinfinito.blogspot.com/ . Gostei muito dele, e me inspirei nas obras de Tolkien, de O Silmarillion, para escrevê-lo).

      Longos foram os dias anteriores as eras do Sol, Anar. E antes de sua criação, boa parte de Arda era coberta por trevas, e seus filhos tinham apenas a luz das estrelas para iluminá-los. Porém, havia um lugar, Valinor, terra dos Ainur, os Senhores do Oeste; Que moldaram a Terra para a chegada dos primogênitos.         Neste lugar Sagrado a luz era rica e formosa, pois as Grandes Árvores , Telpérion, a árvore de Prata, de luz serena, e Laurelin cujo os frutos eram dourados como a luz que emanava dela, ali abitavam.
     Como é triste pensar que a inveja pode chegar a insanidade, pois as luzes dessas árvores, que enraizavam-se nos jardins de Vána, foram apagadas pela Cólera de um doente , cuja sua doença era o ódio e o conhecimento do medo. Poderoso ele foi entre os Ainur, mas hoje, sem seus pés e mãos, aprisionado está, para que passe as eras persuadindo com seu próprio escárnio.
    E com o auxilio de Ungoliant, ser terrível que se aparentava a uma Aranha, medonha e asquerosa, foram envenenadas as Árvores de Luz, nas terras sagradas. E não houve como salvá-las de sua triste morte, pois era o veneno de Ungoliant cheio morte e trevas das quais nem a luz podia lhes escapar.
    Após esta calamidade , no mais belo canto de Arda, houve tristeza e muitos outros males descenderam da Cólera de Morgoth, pois suas palavras invejosas entraram na mente dos que um dia foram Altos por agraciarem-se da luz das , jaz falecidas, Grandes Árvores. E dessas palavras nasceu o ódio de Fëanor, e do roubo de suas jóias veio a revolta e a indignação em sua mente, e na mente dos que o seguiam.
    Fëanor, adoecido pela tristeza e desejo de reivindicar o que lhe pertencia se revoltou contra os Valar, os já citados Senhores do Oeste. E saindo de Valinor , seguiu rumo a Endor a Leste, cruzando o oceano. E este percurso foi marcado com sangue, traição, e dela nasceu a Sina dos filhos de Fëanor.
    Mas, algo belo ainda estava para nascer em meio a lastimáveis fatos, pois na mente dos Valar já era preparada um vitória contra Melkor, o doentio Morgoth. E colhendo os últimos frutos das Árvores de Luz foram criados em Ilmen,"O Firmamento", aonde as estrelas descansavam, monumentos que previam o declínio dos Elfos, os Primogênitos, e o despertar dos Homens, Atani, os Sucessores.
     Pois, do último fruto da Árvore de luzes douradas, nasceu Anar, o Sol, que em seu primeiro raiar , despertou os homens do sono de Ilúvatar, que começaram a seguir essa luz, e perambular nas Terras de cá. E Isil, a Lua, criada da última flor da árvore de prata, que levada por Tilion, Valar de poder e respeito, repousou-se na escuridão do vasto Céu, e esta fora como homenagem aos Primogênitos Imortais e suas memórias.
    E sendo Telpérion, a árvore de prata, a mais velha, Isil fora firmada primeiro , sendo chamada pelos Elfos como "A inconstante". E Anar, sendo colocado por último , carregada pela dama, rainha entre os Valar, Arien, cujo corpo nu resplandecia em luz como grandes labaredas.E fora o Sol também chamado de " O Coração de Fogo".
    E Morgoth, Senhor do Escuro, vendo estas belezas, as temeu e estremeceu em seu escuro Trono, sendo ele o único dos Valar a conhecer o medo.E em suas fortalezas se escondeu da luz de Anar, assim como seus servos acostumados a escuridão.






As Árvores de Valinor, A Cólera de Morgoth, a Indignação de Fëanor, e o Nascer do Sol e da Lua no Firmamento.
Texto Baseado no Universo de Tolkien, fatos relatados em O Silmarillion.
Escrito por + O Infinito Mn (..:Moisés Noah:..)




(Melkor, também chamado de Morgoth, e Ungoliant ao lado das Árvores de Luz)

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O Caos de + O Infinito

    Um caos intenso. É isso que essa geração tem passado, mas não percebe devido a sua mania de acostumar-se, não dar a mínima aos detalhes importantes de uma sociedade em ruínas. Se preocupam em aprender cada detalhe dessa vida, e querem torna-se cada vez mais sábios. Mas não observam que a sociedade passa por uma transição catastrófica, aonde abandonar os costumes antigos, que mantiveram a sanidade de muitos, é uma característica daqueles que buscam desesperadamente a modernidade.
Questionar não é um problema, muito pelo contrário, vejo o questionamento como uma dádiva. Mas não concordo com o fato de buscarmos o questionamento e não as soluções. Questionamos e questionamos, criticamos costumes e adotamos vidas supostamente corretas. Mas em nenhum momento, pelo menos na maioria dos casos, observamos o fato de que a solução não veio do mesmo que nos propôs o questionamento.
   O ser humano foi criado para questionar. Saber o que ele é e o que será, e o que ele considera correto de acordo com sua personalidade. Porém, encontrar a solução para seus questionamentos é um problema sério. Através dessa busca incansável de respostas evoluímos, de certa forma. Mas, não encontrar a solução final para essas perguntas nos leva ao caos. Já não existem revoluções em busca de uma solução, mas as revoltas acontecem pela falta de visão de uma solução concreta. Todas as soluções propostas nos levam a uma nova questão.
   Grandes pensadores e filósofos, tiveram seu papel em abrir questionamentos quanto a existência humana, alguns nos deram soluções. E em meio a sua dialética, nos abriram portas para definirmos o nosso próprio 'eu'. No entanto, a resposta a essas perguntas vieram, talvez, de fontes que louvaram o ser maquinado, necessitado de uma organização. E trouxeram ao homem um comportamento, de certo violento, contra qualquer um que tentasse propor uma solução concreta. Associando essa solução a um caráter divino, em que o homem inveja, e caracteriza-se por tentar obtê-lo, e quando ameaçado, abandona sua mentalidade religiosa, por não acreditar que alguém entre eles possa ser divino, se não ele mesmo.
   O abandono da fé, veio da mania de questionamento desacerbado, quando este tentou questionar a sua fé.A característica desse termo é justamente o fator "inquestionável", que na modernidade se tornou algo inaceitável.
   Um dia o questionamento veio para trazer ao homem uma luz, ao contrário do que é hoje, onde a desvalorização do próprio corpo é louvada por todos. Aonde apontamos o extremismo humano, pois, se ele não pode se tornar um ser divino, banaliza todas as suas ações, e se entrega a uma busca de prazer incoerente, talvez para suprimir sua guerra interior, mas continua a louvar seus atos.
   Trazendo então, ao texto, uma linha de raciocínio religiosa, o então Messias, Jesus, chamado Cristo, veio ao mundo e trouxe a sua sociedade uma solução, e quase que uma proibição da dialética, onde esta era permitida desde que não o levasse a um estado de loucura, causar dano ao seu próprio corpo. As suas palavras, apesar de abordar um estilo inquestionável por ser a solução, em visões cristãs, perfeita, ao mesmo tempo que ensinou a controlar o questionamento incoerente, nos deu uma visão clara de que devemos questionar a banalização da cultura e do prazer do homem, e não nos acostumarmos, ou nos contentarmos com as propostas "mundanas".
   Este caráter de solução perfeita e inquestionável, despertou no homem seu desejo de possuir, e invejá-lo, e mais uma vez mostrou a ele que sua mente era incapaz desse feito, dai então a inveja trouxe a violência, e como já planejado, esse Messias foi tratado como o pior de todos os infratores.
Jesus, mostrou ao homem que a mente perfeita é capaz de controlar o corpo, sendo Ele considerado Santo. E Ele foi. A Santidade, ou seja, o abandono das impurezas, ou banalidades é a proposta de Jesus, para trazer uma mente serena, que também pode ser um detalhe da "salvação" dita por Ele. A verdadeira busca pela sensatez, se baseia no abandono das promiscuidades, que dá a luz a uma mente limpa, apta para a busca da solução.
   E é isso que busco, essa pureza. Não posso ser louvado, por ser uma criação, mas a dádiva do pensamento que me foi dada é o bastante para valorizar uma vida saudável. Pois a felicidade que vem da paz, e do verdadeiro valor do prazer, não nos exalta, mas nos leva a uma vida digna e sem a vaidade proposta pelo mundo, que é regido pela violência, já que o questionamento humano não encontra solução.
   O Mundo caminha para o fogo, ou seja, o consumismo desacerbado, do seu próprio 'eu', um fim caótico, em meio a suas guerras. A vida em Cristo trás uma luz àqueles que estão em trevas. Uma solução a um mundo que se acaba. Mas ainda há aqueles que podem ser salvos dessa loucura. Jesus, é a Salvação. E suas palavras são como leite e mel.

A salvação em Cristo, o Mundo , e o fim em Trevas e Caos
Escrito por +O Infinito Mn (..:Moisés Noah:..)

Comentário: 
   Este foi um texto que escrevi para meu outro blog - http://maisoumenosoinfinito.blogspot.com/ - como Mais o Infinito, personagem que criei para personificar minha "criatividade".
   Gosto muito deste texto, portanto achei muito legal postá-lo aqui.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

My Lúthien


Não mais
Nem o Calor
Nem o Toque
Não valem mais

Eu me lembrei
Eu reconheci
O que Sentia    
O que Queria

Mais uma vez
Eu sonhei

Aquela e Aquele
Com eles sonhei
Aquele que serei
Aquela que ela é

E que um dia Será
Seja com alguém
Seja com Aquele

Um coração
Que dança como o Rei

A alegria de,
em  felicidade , encontrá-la
Em meus Braços
Em meus Atos

Um sonho
De um futuro
Em que eu A amei
E Ela me amou

Um passado que posso não ter
Um passado que , em eternidade,
Pode prevalecer

Então eu a Amarei,
Minha Tinúviel
Minha Lúthien




..:Moisés Noah:..
Comentário: 
    Escrevi esse poema enquanto estava no ônibus, vindo para casa. Deviam ser 16:40, quando comecei a escrevê-lo. Terminei  em cerca de 10 minutos. 
   Baseei tudo o que escrevi em meus sentimentos e pensamentos, e em meu próprio sonho, que dividi apenas com meus melhores amigos, o meu Grande e Maravilhoso Deus, e meu amigo de longas datas , Arnom Abner -(ventofrioo.blogspot.com ).