Lutando contra todos aqueles demônios do passado
Me faz lembrar o quanto certas coisas foram inúteis.
O quanto que certos sonhos eram baseados em mentiras
Em coisas fúteis , mas que deixaram uma cicatriz ,
que aparentemente só cresce, ao invés de sarar
Não me importa mais as consequências ao meu redor
Mas as do meu interior, são elas quem me prendem
Eu tive tantas vitórias, mas a custo de minha coragem
Foi como seu a tivesse usado durante todos aqueles anos
E graças a uma noticia, todos os bancos aonde eu a depositei
tivessem falido, e levado essa coragem para o fundo do poço
Aonde eu não posso mais alcançá-la,
A própria esperança não possui mais base,
Em meio a tanto pessimismo, ou pura realidade,
Não tenho força para romper as grades do impossível
Seja pela fé, ou pela força de vontade
Todos os dias eu me arrependo das minhas decisões
e passo a acreditar ainda mais, que é inútil sonhar com milagres
"Lá estamos andando de mãos dadas, lá estamos nós abraçados" ...
Apesar de inúteis , todos esses sonhos ainda me davam o prazer da esperança...
Hoje, eles só me despertam para a realidade, de que , talvez, eles não se realizem...
Então, ficarei eu ao lado da cova da única companheira que tive durante todo esse tempo
Minha coragem ...
"Descanse em Paz ..."
sábado, 30 de junho de 2012
Passado...
sábado, 2 de junho de 2012
O Narrador...
Quantos e quantos mundos ainda vão existir e desabar?
Quantas vezes verei uma multidão de sentimentos morrer?
Quantas vezes ainda ouvirei a esperança gritar e lutar,
contra o que parece inevitável?
Será que todos os templos que nascem estão condenados, desde o primeiro dia?
Suas colunas não se sustentam por si mesmas, são forçadas por mim a sobreviver...
Quando virá o tempo em que as próprias colunas me darão suporte como eu as dou?
E quantos mais sobreviverão e morrerão nesta guerra que há em mim?
Haverá sempre um remanescente?
O mesmo que um dia me deu a primeira esperança graças a um Olhar?
E que luta para sobreviver, e me trás a nostalgia de um sonho falido?
Será este mais um desses sonhos?
Quanto mais me pergunto, mais medo tenho do que virá.
Gostaria de parar, viver uma vida longe desta guerra...
Mas ela mora em mim. Impérios se levantam e caem,
Em guerras que me trazem dor, após uma esperança boba
São tantos gritos, e dúvidas...
A morte vem com seu anúncio a todo sentimento ouvinte
Ela tem fome, ela vai trabalhar e fazer ruir as bases daquele lugar
Moverá as nuvens de sangue e mais e mais morrerão
Ó Deus, se possível for, livra me desta guerra
Para que eu lute o bom combate, não por sentimentos egoístas
Mas pela sua obra e cumprimento da sua vontade
A vida que está em outras guerras, não tem sentido.
Comentário: Só um pequeno desabafo de 10 minutos...
Quantas vezes verei uma multidão de sentimentos morrer?
Quantas vezes ainda ouvirei a esperança gritar e lutar,
contra o que parece inevitável?
Será que todos os templos que nascem estão condenados, desde o primeiro dia?
Suas colunas não se sustentam por si mesmas, são forçadas por mim a sobreviver...
Quando virá o tempo em que as próprias colunas me darão suporte como eu as dou?
E quantos mais sobreviverão e morrerão nesta guerra que há em mim?
Haverá sempre um remanescente?
O mesmo que um dia me deu a primeira esperança graças a um Olhar?
E que luta para sobreviver, e me trás a nostalgia de um sonho falido?
Será este mais um desses sonhos?
Quanto mais me pergunto, mais medo tenho do que virá.
Gostaria de parar, viver uma vida longe desta guerra...
Mas ela mora em mim. Impérios se levantam e caem,
Em guerras que me trazem dor, após uma esperança boba
São tantos gritos, e dúvidas...
A morte vem com seu anúncio a todo sentimento ouvinte
Ela tem fome, ela vai trabalhar e fazer ruir as bases daquele lugar
Moverá as nuvens de sangue e mais e mais morrerão
Ó Deus, se possível for, livra me desta guerra
Para que eu lute o bom combate, não por sentimentos egoístas
Mas pela sua obra e cumprimento da sua vontade
A vida que está em outras guerras, não tem sentido.
Comentário: Só um pequeno desabafo de 10 minutos...
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