Quantos e quantos mundos ainda vão existir e desabar?
Quantas vezes verei uma multidão de sentimentos morrer?
Quantas vezes ainda ouvirei a esperança gritar e lutar,
contra o que parece inevitável?
Será que todos os templos que nascem estão condenados, desde o primeiro dia?
Suas colunas não se sustentam por si mesmas, são forçadas por mim a sobreviver...
Quando virá o tempo em que as próprias colunas me darão suporte como eu as dou?
E quantos mais sobreviverão e morrerão nesta guerra que há em mim?
Haverá sempre um remanescente?
O mesmo que um dia me deu a primeira esperança graças a um Olhar?
E que luta para sobreviver, e me trás a nostalgia de um sonho falido?
Será este mais um desses sonhos?
Quanto mais me pergunto, mais medo tenho do que virá.
Gostaria de parar, viver uma vida longe desta guerra...
Mas ela mora em mim. Impérios se levantam e caem,
Em guerras que me trazem dor, após uma esperança boba
São tantos gritos, e dúvidas...
A morte vem com seu anúncio a todo sentimento ouvinte
Ela tem fome, ela vai trabalhar e fazer ruir as bases daquele lugar
Moverá as nuvens de sangue e mais e mais morrerão
Ó Deus, se possível for, livra me desta guerra
Para que eu lute o bom combate, não por sentimentos egoístas
Mas pela sua obra e cumprimento da sua vontade
A vida que está em outras guerras, não tem sentido.
Comentário: Só um pequeno desabafo de 10 minutos...
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